HOMEOPATIA:
Ciência, Filosofia e Arte de Curar


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Isoprofilaxia não é homeoprofilaxia nem é suportada pela episteme homeopática - IJHDR 

Isoprofilaxia não é homeoprofilaxia nem é suportada pela episteme homeopática - IJHDR

Teixeira MZ. Isoprophylaxis is neither homeoprophylaxis nor homeopathic immunization, but isopathic immunization unsupported by the homeopathic epistemological model: A response to Golden. International Journal of High Dilution Research 2014; 13(46): 54-82.

Disponível em: http://www.feg.unesp.br/~ojs/index.php/ijhdr/article/view/707/687

 

Teixeira MZ. La isoprofilaxis no es homeoprofilaxis ni inmunización homeopática, sino inmunización isopática, y no se fundamenta en el modelo epistemológico homeopático: respuesta a Golden (parte 1 de 2). La Homeopatía de México 2015; 84(696): 13-26.

Disponível em: http://www.similia.com.mx/archivos/Archivo[RVI][23].pdf / ResearchGate

 

Teixeira MZ. La isoprofilaxis no es homeoprofilaxis ni inmunización homeopática, sino inmunización isopática, y no se fundamenta en el modelo epistemológico homeopático: respuesta a Golden (parte 2 de 2). La Homeopatía de México 2015; 84(697): 5-19.

Disponível em: http://www.similia.com.mx/archivos/Archivo[RVI][24].pdf  / ResearchGate

 

Resumo

A homeopatia pode ser empregada na prevenção de doenças epidêmicas (homeoprofilaxia), desde que os medicamentos sejam escolhidos individualmente segundo o princípio da similitude sintomática e em conformidade com a totalidade de sintomas peculiares à epidemia (medicamento do ‘gênio epidêmico’), com exemplos seculares descritos na literatura. O uso de nosódios para prevenir doenças epidêmicas (isoprofilaxia), escolhidos segundo o princípio da identidade etiológica, desprezando a individualização sintomática e a experimentação patogenética das substâncias, não tem fundamentação na episteme homeopática. Enquanto não existirem evidências científicas confiáveis que atestem a sua eficácia e segurança, a ‘imunização isopática’ não pode ser indicada como substituto regular da imunização clássica, infringindo os princípios bioéticos da ‘beneficência’ e da ‘não maleficência’. Apesar de esta prática ser sistematicamente indicada por muitos praticantes da homeopatia, ela é condenada por instituições homeopáticas do mundo todo. Neste artigo, ampliamos a discussão sobre os aspectos epistemológicos, científicos e éticos destas práticas, abordados sinteticamente em revisão anterior. 

 

Abstract

Homeopathy might be employed for the prevention of epidemic diseases (homeoprophylaxis) provided remedies are selected on an individual basis in compliance with the ‘principle of symptom-based similitude’ and according to the totality of symptoms peculiar to a given epidemic (remedy of the ‘epidemic genius’ or ‘genus epidemicus’), as countless examples in the literature show. The use of nosodes for the prevention of epidemic diseases (isoprophylaxis), i.e., selected based on the ‘principle of etiological identity’ with full neglect of symptom-based individualization and pathogenetic trials, is not supported by the homeopathic epistemological model. As long as there are no reliable scientific evidences attesting to its efficacy and safety, ‘isopathic immunization’ might not be indicated as a regular replacement of classical immunization, as it would mean a transgression of the bioethical principles of ‘beneficence’ and ‘non-maleficence’. Although many homeopathic practitioners systematically indicate that practice, it is condemned by homeopathic institutions worldwide. In this article, I elaborate on epistemological, ethical and scientific features of these disparate approaches to prophylaxis, which I had summarily addressed in a previous review.

 

Resumen

La Homeopatía puede utilizarse para la prevención de enfermedades epidêmicas (homeoprofilaxis) siempre que los medicamentos sean escogidos individualmente, de acuerdo al ‘principio de semejanza sintomática’ y a la totalidad de los sintomas característicos de una epidemia dada (remedio del ‘genio epidémico’), como demuestran un gran número de ejemplos en la literatura. El uso de nosodes para prevención de epidemias (isoprofilaxis), es decir, escogidos en función del ‘principio de identidad etiológica’, con total omisión de la individualización sintomática y los estudios patogenésicos, no tiene fundamento en el modelo epistemológico homeopático. Hasta que no se disponga de evidencias científicas confiables que atestigüen su eficacia y seguridad, no es posible indicar el remplazo de las vacunas tradicionales por una ‘inmunización isopática’, pues representaría una contravención de los principios bioéticos de ‘beneficencia’ y ‘no-maleficencia’. Aunque es cierto que muchos homeópatas indican sistemáticamente tal remplazo, este es criticado por instituciones homeopáticas de todo el mundo. En este artículo, discuto más extensamente aspectos epistemológicos, éticos y científicos de estas modalidades de profilaxis que abordé someramente en una revisión anterior.



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Prof. Dr. Marcus Zulian Teixeira
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