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Bases psiconeurofisiológicas do fenômeno placebo-nocebo - RAMB 

Bases psiconeurofisiológicas do fenômeno placebo-nocebo - RAMB

Teixeira MZ. Bases psiconeurofisiológicas do fenômeno placebo-nocebo: evidências científicas que valorizam a humanização da relação médico-paciente. Revista da Associação Médica Brasileira 2009; 55(1): 13-18.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302009000100008

Teixeira MZ. Fenômeno placebo-nocebo: evidências psiconeurofisiológicas. ComCiência (Revista Eletrônica de Jornalismo Científico - Labjor - UNICAMP), número 153, 10/11/2013.

Disponível em: http://comciencia.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-76542013000900009&lng=pt&nrm=iso

 

Resumo

Aspecto valorizado nos sistemas médicos de todas as épocas, a relação médico-paciente assumiu importância secundária no modelo biomédico vigente, privando o arsenal terapêutico moderno de uma intervenção psiconeurofisiológica capaz de complementar a resolução de muitos distúrbios orgânicos. Com o intuito de resgatar este e outros benefícios, propostas pela humanização da medicina têm surgido nos diversos setores da saúde, restando ao pensamento científico aceitar que este incremento relacional subjetivo possa aumentar a efetividade dos tratamentos convencionais. Funcionando como elemento de sensibilização, os recentes estudos experimentais sobre o fenômeno placebo-nocebo ilustram os possíveis benefícios ou malefícios que uma relação médico-paciente mais ou menos humanizada pode provocar na evolução das doenças. Unindo as teorias do condicionamento operante inconsciente e da expectativa consciente, as pesquisas sugerem que a postura do médico, permeada por manifestações positivas ou negativas (comentários, sugestões, atitudes etc.), pode exercer influências semelhantes no psiquismo dos enfermos, desencadeando respostas neurofisiológicas favoráveis ou desfavoráveis, atuando como instrumento terapêutico ou iatrogênico, respectivamente.

 

Abstract

Aspect quite valued in the medical systems of all of the times, the doctor-patient relationship assumed secondary importance in the current biomedical model, depriving the modern therapeutic arsenal of a psyconeurophisiological intervention capable to complement the resolution of many organic disturbances. With the intention of rescuing this and other benefits, countless proposed by the humanization of the medicine have been appearing in the several sections of the health, remaining to scientific thought accept that this subjective relational increment can increase the effectiveness of the conventional treatments. Working as sensitization element, the recent experimental studies illustrate the possible benefits or harms that a doctor-patient relationship more or less humanized can provoke in the evolution of the diseases. Uniting the theories of classical conditioning and conscious expectation, the researches suggest that the doctor's posture, permeated by positive or negative manifestations (comments, suggestions, attitudes etc.), it can exercise similar influences in the patients' psyche, unchaining favorable or unfavorable neurophysiologic answers, acting as therapeutic or iatrogenic instrument, respectively.

 



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